Balanço de contas–avaliações

Em determinados momentos, vemos-nos perante fatos que nos levam a nos questionar sobre os nossos atos. Poderia ser atual e mandatório, como uma declaração de imposto de renda. Mas pode e deve ser mais frequente que isso. Agora mesmo, olhando da janela do hotel de uma cidade paradisíaca, me retornar alguns atos meus que me trouxeram aqui, nestas circunstância. E não consigo deixar de me arrepender de alguns e me orgulhar de outros. Não acredito nisso. Arrependo-me de muita coisa.

O Congresso e os dias úteis

Mais uma vez, num feriadão, o Congresso Nacional incorpora a alma brasileira e emenda com uma superponte. De dez a treze dias sem nenhuma atividade, nem sequer cosmética, para dar a impressão de que ali há trabalho. Nosso sistema de representação, com seu voto obrigatório, nos permite escolher quem é que vai nos indignar. Se pior que tá não fica, está, na verdade, muito ruim. O Código Civil, que atravessou décadas para ser votado, foi colocado em vigência já perto da caducidade.

Aeroportos e o caos

O aeroporto era o de Recife. Horário do voo: 12h37min. Tempo bom, muito sol e céu limpo. Chegando na protocolar hora anterior à partida, fizemos o despacho das bagagens. No painel da Infraero, o aviso: atraso. A partir daí, só desinformação. Atrasos mais atrasos daquele voo. Finalmente, fomos chamados à sala de embarque. Com um atraso de mais de 1h30min. Dentro da sala de embarque, nada de embarcarmos. E nada de informação. Até que os alto-falantes informam o cancelamento do voo.

Aeroportos e o caos

O aeroporto era o de Recife. Horário do voo: 12h37min. Tempo bom, muito sol e céu limpo. Chegando na protocolar hora anterior à partida, fizemos o despacho das bagagens. No painel da Infraero, o aviso: atraso. A partir daí, só desinformação. Atrasos mais atrasos daquele voo. Finalmente, fomos chamados à sala de embarque. Com um atraso de mais de 1h30min. Dentro da sala de embarque, nada de embarcarmos. E nada de informação. Até que os alto-falantes informam o cancelamento do voo.

1° Encontro CEPRE–Clube Recreativo de Pescaria, Recreação e Entretenimento

O nome, CEPRE, era uma brincadeira. Foi feito na primeira pescaria da turma principal, em que teve até caderno de música, que o Paulo e o Zema (mais o Mário) bolaram. A imagem do encontro, outra brincadeira, para acompanhar o nome. O que foi real, entretanto, foi a verdadeira confraternização de amigos, (muitos) após 17 anos sem notícias uns dos outros. Trabalhámos juntos, e esse tipo de relação sempre dá margem a pequenos desentendimentos.

As amizades Tambaqui

No Livro da Jângal, Kippling narra uma deliciosa estória sobre animais indianos. E tem os nobres e os não tão nobres. Dentre estes, o Tambaqui, que vem a ser a hiena que borboleteia Shere-Khan, o tigre vilão. Sabemos da amizade que a hiena tem com os tigres: ela se apodera das carcaças deixadas pelos tigres, roendo o que sobrou dos ossos. E é tão somente isso a amizade entre eles. Enquanto há osso, há amizade. Na crueza da vida, temos vários desses amigos-Tambaqui.

Pinheirinho, e a fuga de responsabilidades

Num artigo brilhante, como de hábito, Hélio Schwartsman, hoje, na Folha de São Paulo ( para assinantes ), lembra que todos fizeram sua parte. Defenderam a legalidade da situação, cada qual na sua área. Lembro que no julgamento dos criminosos nazistas, em Nuremberg, a alegação premominante foi a de que todos “compriam ordens”. Em resumo, todos sabiam e concordavam que o que faziam com os judeus era errado, mas cada qual cumpria ordens, como se a ordem dada obliterasse nossa capacidade de julgar e

O circo maior que o pão

A recente polêmica do estupro no Big Brother Brasil, na sua 12ª Edição, mostra a profundidade intelectual em que vive o Brasil neste início de século XXI. Com sua economia sólida, sua democracia a caminho de uma estabilidade jamais vista, o povo continua alheado dos problemas reais, mas totalmente comprometido com as questões menores. Se Luiza está ou não no Canadá, se a piada teve ou não graça, se é prudente criticar o humorista… Há poucas reações contra os estamentos que se beneficiam da falta

Opções do poder–o verdadeiro líder

O poder corrompe, o poder absoluto corrompe absolutamente. Lord Acton A história a seguir, do Livro “Os Sete Hábitos de Pessoas Altamente Eficazes”, de Stephen Covey, ilustrará o que quero dizer: Dois navios de guerra, realizando uma missão de treinamento da esqua­dra, estavam no mar havia vários dias, enfrentando mau tempo durante as manobras. Eu servia no navio líder, e estava de sentinela na ponte ao cair da noite. A visibilidade era quase nula, devido ao nevoeiro, de modo que o capitão perma

Limpeza profunda

Hoje tirei o dia para limpar. Limpei guarda-roupas e gavetas, separei o que pode ser dado do que é lixo. Fiz o mesmo no resto da casa, me surpreendendo com minha surpresa de ter tanta coisa desnecessária. Fui tirando coisas que já caducaram, perderam o prazo de validade, algumas nem deviam estar aqui… Doei coisas que não utilizava mais, e foi incrível como uma coisa largada aqui era uma largo sorriso ali… E meu apartamento foi ficando leve, limpo, fácil.

CEPRE–Clube Etílico de Pescaria, Recreação e Entretenimento

No início, era somente uma turma que se reunia de vez em quando para tomar caldinho de feijão e comer porquinho de leito no Boteco do Vandeco tomando a indefectível cervejinha. Ao longo do tempo, a tensão sempre aumentando, surgiu a ideia de uma pescaria. Capitaneados pelo Edson, lá fomos nós para Pirassununga. Rio cheio, após uma temporada de chuvas, fomos apenas eu, Edson, Durval e Mário. Este foi jurado de morte após a pescaria, por causa da Chama da Verdade .

Quem entende o consumidor?

Na década de 70 houve o grande boom das computadores. Ainda os mainframes, mas foi quando as grandes corporações, a maioria financeiras, passaram a basear atividades repetitivas e de alto volume em PED (processamento eletrônico de dados). Houve uma revolução silenciosa na forma de trabalhar, e a vida ficou um pouco mais fácil nas organizações. Mas o grande problema com que se deparavam as empresas eram as chamadas soluções proprietárias, pois na hora de comprar insumos ou mesmo peças de reposiçã

Bullying como regra–o caso da USP

Com frequência assustadora, o jornalismo brasileiro engaja discussões baseadas em preconceitos. Não poderia ser diferente, já que jornalistas são humanos, e é imanente ao ser humano ter ideias preconcebidas. Mas aos jornalistas cumpre – ao menos esperamos que seja assim – verificar a veracidade dos fatos que publica. Caso contrário, não é notícia, é opinião. Já há muito tempo se noticiam crimes na UNICAMP e USP, ambos com vasta área aberta e com muita gente circulando.

Obrigado, e até breve

A vida me ensinou a dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração. Charles Chaplin Na virada de mais página da vida profissional, em frente a uma página nova e virgem, não seria justo deixar de agradecer as pessoas que, de uma forma ou de outra, ajudaram a escrevê-la. Então, a gradeço às pessoas que, de forma fugaz ou duradoura, passaram pela minha vida nesse período. Por serem serem humanos, e por serem comportamentos imanentes a eles, há que agradecer àqueles que foram sinceros,

Relatório Ibope sobre relação médico-paciente.

O IBOPE publicou resultados de pesquisa sobre aspectos da relação médico paciente, com alguns dados surpreendentes. Dentre eles, a destacar o tempo médio de espera para consulta, de até duas semana, o que não corresponde à grande reclamação observada com relação aos planos de saúde sobre a matéria. Os textos estão reproduzidos a seguir (clique em “Mais”). Relatório global View more presentations from renatook . Original: http://www.ibope.

A verdade, nada mais que a verdade

É extremamente fácil enganar-se a si mesmo; pois o homem geralmente acredita no que deseja. Demóstenes De todos os males dos relacionamentos, sejam pessoais, sejam profissionais, o mais avassalador deles é a mentira, ou a verdade que é escondida. A falta de sinceridade agride, machuca, faz com que todo o esteio do relacionamento se torne pó. E, das reconstruções, a confiança é a que mais se ressente da falta da verdade, pois o precedente grita aos nossos ouvidos o que foi o passado.

O câncer de Lula

Nosso ex-presidente está com um câncer (tratável, segundo as informações). E há uma polêmica forte nas redes sociais, sobre seu tratamento, uns defendendo que ele use a rede pública, outros defendendo o direito de Lula a escolher onde e como se tratar. O câncer é uma doença terrível, ainda naquele patamar que assusta só pela ameaça de existir. Lula deve ter o direito de decidir onde se tratar, como fugir dessa imensurável fonte de medo.

O ponto vulnerável das fraudes (em governos)

Não consideremos nem os divórcios, que, nos casos do Pitta e do Waldemar da Costa Neto. Nestes, os ressentimentos são tão grandes que a exposição da vida oculta é até compreensível. Mas a grande vulnerabilidade das fraudes e das mentiras de representantes graduados do governo reside em pessoas como Eriberto Franca, Sandra Fernandes de Oliveira e Francenildo Santos Costa. Eriberto França foi a testemunha chave no caso do PC Farias no governos Collor.

O país da falta de assunto – Rafinha Bastos, Gisele Bündchen…

Rafinha Bastos é um humorista. Só isso já devia bastar para que todos soubessem que nada do que ele diz tem pretensão de ser verdade. E humoristas são assim mesmo, esculacham com qualquer coisa. Não gostou? Simples, mude de canal. Eu, que não sou fã de piadas grosseiras, faço isso com o CQC e com o Pânico na TV. O interessante é que o Renato Aragão há muitos anos só faz piadas sexistas e machistas, num horário infantil, e ninguém se incomoda com isso.


« anterior 1 3 4 5 6
diHITT | Guia Comercial | Business Directory | termos de uso | contato do diHITT
diHITT é uma propriedade da Connecorp LLC - EUA